Uma breve análise sobre o papel do ser humano neste Planeta
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Afim de gerar matérias de discussão a cerca das temáticas geográficas o blog busca disseminar o conhecimento do saber geográfico com alunos professores e interessados em geografia e geotecnologia. Observando que vários temas serão voltados para realidade Amazônida.
quinta-feira, 27 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Apresentado o Giswater, novo software livre para Gestão de água
Por Ivan Leonardi
No dia 11 de março, na Universidade Politécnica de Catalunha, localizada em Barcelona, foi apresentado oGiswater, um software livre para a gestão de água.
Durante o evento de apresentação, que controu com centenas de profissionais de diversas instituições públicas, foram apresentadas as principais funcionalidades da primeira versão do Giswater. Além disso, foi anunciado que finalizou-se o processo de estabilização do software e estará disponível, em breve, para o sistemas operacionais Windows (XP, 7, Vista e 8).
De acordo com os desenvolvedores, o Giswater surgiu para que os profissionais possam compartilhar os conhecimentos nas áreas de abastecimento de água, esgoto, drenagem urbana e gestão de risco. Seu objetivo é comunicar programas de engenharia de águas EPANET, EPA SWMM e HEC-RAS através de um banco de dados com qualquer Sistema de Informação Geográfica (SIG).
O software utiliza uma base dados de código aberto PostgreSQL assim como sua extensão espacial (PostGIS) e pode-se criar projetos a partir do software livre Quantum GIS. No entanto, graças a sua arquitetura de banco de dados, estável e com topologia ‘nó e arco’ é fácil, no futuro, ligar o software a outros bancos de dados como o Oracle, MSServer e outros de GIS como o ArcGIS, Geomedia, gvSIG ou Terraview. Apesar do software ser executado em linguagem Java, primeiramente o Giswater estará disponível apenas para sistemas operacionais Windows.
Para mais informações acesse www.giswater.org.
Fonte: http://mundogeo.com/blog/2014/03/24/apresentado-o-giswater-novo-software-livre-para-gestao-de-agua/
Divulgados novos dados sobre o desmatamento na Amazônia
Por Ivan Leonardi |
Alertas de desmatamento caíram 19% entre agosto de 2013 e janeiro deste ano
As ações de inteligência e combate ao crime organizado na Amazônia Legal atingiram novos índices de preservação do bioma. Os alertas doSistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), anunciados nesta sexta-feira (21/02), caíram 19% entre agosto de 2013 e janeiro deste ano em comparação ao mesmo período anterior. Além disso, 68% dos indicativos de desmatamento contabilizados pelo Deter ficam em áreas fiscalizadas pelos estados. O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com os governos locais, busca identificar as áreas em que ocorreu desmatamento ilegal ou supressão vegetal autorizada.
O levantamento aponta que 1.162,50 km2 foram desmatados nos últimos seis meses, na contramão dos 1.427,99 km2 registrados entre agosto de 2012 e janeiro de 2013 pelo Deter. Feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o sistema se baseia em imagens diárias de até 25 hectares capturadas por satélite. Os dados funcionam como uma análise da mudança de paisagem da região amazônica, que podem ocorrer por conta de questões como desmatamento ou até queimadas. O Deter funciona, portanto, como um suporte para a fiscalização.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou a possibilidade de parte dos alertas emitidos pelo Deter corresponderem a alteração de paisagem autorizada, nos moldes da nova Lei Florestal. “O fato de 68% dos alertas se encontrarem em áreas de domínio estadual quer dizer que esses dados podem, sim, dialogar com a supressão legal de vegetação”, afirmou. Segundo o levantamento, os 32% restantes ocorreram em áreas de competência federal, que incluem unidades de conservação, terras indígenas e assentamentos.
Sofisticação
Os indicativos de queda no desmatamento decorrem das ações integradas entre os governos federal e dos nove estados formados pela floresta, por meio do Fórum de Secretários da Amazônia, além do apoio das equipes da Polícia Federal e do Exército. “Os trabalhos dos últimos dois meses foram focados em sofisticar os processos de controle”, declarou Izabella.
A fiscalização segue duas frentes. As operações de prevenção e resposta rápida aos alertas de desmatamento por meio das operações em terra. Enquanto isso, também são realizadas as ações de inteligência para desmontar a cadeia econômica ligada à exploração da floresta, com prioridade na investigação e no monitoramento de áreas embargadas. “A preocupação é com os processos criminosos que levam ao desmatamento”, ressaltou a ministra.
A redução nosíndices foi verificada em quase todos os estados. O Pará ficou entre os recordistas na redução do desmatamento. No estado, os alertas foram de 294 km2 nos últimos seis meses, contra 423 km2 registrados no período imediatamente anterior. O Mato Grosso seguiu a mesma tendência, com 375 km2 de registros de alteração de paisagem, contra os 523 km2 verificados entre agosto de 2012 e janeiro de 2013.
Com informações do MMA/Inpe
Fonte: http://mundogeo.com/blog/2014/02/25/divulgados-novos-dados-sobre-o-desmatamento-na-amazonia/
Inpe se prepara para testes do satélite Amazônia-1
Por Ivan Leonardi.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) se prepara para as atividades de integração e testes do Amazônia-1, satélite com lançamento previsto para 2016 que conta com uma câmera óptica de visada larga capaz de gerar imagens do planeta a cada quatro dias.
Os ensaios para aceitação dos propulsores com 5 newtons (N) de empuxo que serão utilizados no equipamento foram realizados no Banco de Testes com Simulação de Altitude (BTSA) do Inpe em janeiro e fevereiro. Propulsores são utilizados em várias manobras no espaço, necessárias para o posicionamento e manutenção das órbitas de satélites e plataformas espaciais.
A característica de revisita rápida do Amazônia-1 permitirá a melhora nos dados de alerta de desmatamento na região amazônica em tempo real. O satélite também fornecerá imagens frequentes das áreas agrícolas brasileiras.
O subsistema de propulsão da Plataforma Multimissão (PMM) criada pelo Inpe foi desenvolvido pela empresa brasileira Fibraforte com a coordenação de engenheiros do instituto.
Completo, o subsistema é composto por seis propulsores, o tanque de propelente e mais as válvulas para controle dos propulsores e para carregamento do tanque, com as respectivas tubulações e seus acessórios.
Para saber mais:
Curso mostra como utilizar dados espaciais seguindo padrões do IBGE
Por Alexandre Scussel
Treinamento focará na iniciativa brasileira de padronização e disponibilização dos dados espaciais. Inscrições já estão abertas
Existem, hoje, Infraestruturas de Dados Espaciais (IDEs) em diferentes níveis e com distintos objetivos. A definição clássica de uma IDE é, basicamente, “uma rede descentralizada de servidores, que inclui dados geográficos e atributos, metadados, métodos de pesquisa, visualização e avaliação dos serviços de dados para o gerenciamento dos mesmos e um mecanismo para fornecer acesso”.
A próxima edição do MundoGEO#Connect LatinAmerica, Conferência e Feira de Geomática e Soluções Geoespaciais, será realizada de 7 a 9 de maio de 2014, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). Ao todo serão 30 cursos, seminários, eventos especiais e encontros de profissionais, que acontecerão ao longo de três dias.
Dentre as atividades confirmadas para o MundoGEO#Connect 2014 está o Curso Infraestruturas de Dados Espaciais. Com 6 hora de duração, este mini-curso irá apresentar as vantagens dos dados do seu projeto seguirem os padrões da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde), além de mostrar conceitos envolvidos na interoperabilidade e exemplos práticos no Brasil e em outros países. Os benefícios das IDEs serão debatidos, com ênfase para a iniciativa brasileira, seus propósitos e perspectivas.
Também serão demonstradas as ferramentas de Armazenamento e Visualização da Inde, tais como Geonetwork (Catálogo de Metadados), Geoserver ( Catálogo de Geoserviços) e Vinde (Visuaizador da INDE). O instrutor será Luis Cavalcanti Bahiana, Doutor em Geografia e Pesquisador em Informações Geográficas do IBGE.
Para mais informações e inscrições, acesse a página do Curso Infraestruturas de Dados Espaciais. As vagas são limitadas!
Para saber mais:
Parceria com a comunidade Geográfica, breve nota.
O blog conexão amazônia, vai buscar mostra o principal papel da Geografia na atualidade e se junta com pesquisadores , professores e estudantes com intuito de promover discussões a cerca do saber geográfico.
Hoje este canal democrático da geografia se estabelece com uma dinâmica de trazer movimento aos saberes geográficos.
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